Thomas Weinhappel
☼ Born on(day unknown) (month unknown) (year unknown)
Biography:
The musical talent of the lyric baritone, who was born in Lower Austria, was discovered rather early. At present he is primarily engaged in the genres opera, operetta and song, although he is fascinated by each and every kind of music and always open minded towards new ideas. In recent years he was seen on opera stage in several countries e.g. as Don Giovanni, Hamlet, Papageno, Conte Almaviva, Posa, Figaro, Danilo. When he was eight years old, he had his first singing lessons with the Wiener Sängerknaben (Vienna Boys' Choir) and went on tour as their alto soloist in the USA, South America, Canada, Germany, England and Sweden. Weinhappel attended the private university of music and performing arts in Vienna (MUK) as well as the university of music and performing arts Vienna (MDW). In 2007
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he graduated with honors and obtained the degree Master of Arts. Among his master's classes professors and singing lessons instructors were personalities such as Eva Blahova, Barbara Bonney, Walter Berry or Gundula Janowitz. Thomas Weinhappel gained the Yehudi Menuhin music scholarship and won several international singing contests. Weinhappel sang songs from Schubert's «Winter Journey» in Michael Haneke's film «The Piano Teacher», which was awarded with three Golden Palms at the Cannes Film Festival in 2001. He held concerts in the Vienna concert hall (Wiener Konzerthaus), at the Carinthian Summer music festival in Moscow and Saint Petersburg, Japan, Australia, Venezuela, Germany, Hungary, Switzerland, Turkey and in the Walt Disney Concert Hall in Los Angeles and Chicago Symphony Orchestra (USA) an in Ottawa National Art Centre (CAN).
In the role of actor
A Professora de Piano (27/07/2026)
Eu nunca tinha assistido “A Professora de Piano” (2001), apesar de estar bem ciente que era um filme que tratava especialmente de traumas maternos e repressão sexual. Nada mais francês, acredito. E o francês é a minha primeira restrição com o filme: eu não sou um grande entusiasta do cinema francês. Não consegui entender, por exemplo, por quê todo mundo fala francês na Áustria — apesar de não me incomodar quando todos os aliens falam inglês nos filmes da Marvel, mas vai entender, né? Dito isso, com toda a fama que o filme carrega, devo confessar que ele tem muito mais aulas de piano do que eu imaginava. A parte sexual é explícita e em alguns momentos incomoda — mas não pelas nudez ou pela gratuidade, que nem a geração de floquinhos mimados reclama hoje em dia; até mesmo porque em nenhum momento nada é gratuito. É pelo trauma mesmo que a coitada da protagonista carrega. Mesmo sendo uma megera de uma professora, e uma pessoa intrinsicamente má, sua persona desagradável transmite uma certa dó. Por vários motivos, o filme não é muito minha praia, mas eu consigo ver nele todos os méritos amplamente gritados pelos fãs da película. Não veria de novo. Mas pra quem nunca viu, a reestréia dele nos cinemas se mostra uma excelente oportunidade de subir um degrau no seu perfil de Letterboxd.