Eddie Murphy
☼ Born on3 janeiro 1961, in Brooklyn, New York City, New York, USA
Biography:
Edward Regan Murphy was born April 3, 1961 in Brooklyn, New York, to Lillian Lynch (born: Lillian Laney), a telephone operator, and Charles Edward Murphy, a transit police officer who was also an amateur comedian and actor. After his father died, his mother married Vernon Lynch, a foreman at a Breyer's Ice Cream plant. His brothers are Charlie Murphy & Vernon Lynch Jr. Eddie had aspirations of being in show business since he was a child. A bright kid growing up in the streets of New York, Murphy spent a great deal of time on impressions and comedy stand-up routines rather than academics. His sense of humor and wit made him a stand out amongst his classmates at Roosevelt Junior-Senior High School. By the time he was fifteen, Murphy worked as a stand-up comic on the lower part of New York, wo
(see all)
oing audiences with his dead-on impressions of celebrities and outlooks on life.
In the early 1980s, at the age of 19, Murphy was offered a contract for the Not-Ready-For-Prime-Time Players of Saturday Night Live (1975), where Murphy exercised his comedic abilities in impersonating African American figures and originating some of the show's most memorable characters: Velvet Jones, Mr. Robinson, and a disgruntled and angry Gumby. Murphy made his feature film debut in 48 Horas (1982), alongside Nick Nolte. The two's comedic and antagonistic chemistry, alongside Murphy's believable performance as a streetwise convict aiding a bitter, aging cop, won over critics and audiences. The next year, Murphy went two for two, with another hit, pairing him with John Landis, who later became a frequent collaborator with Murphy in Um Príncipe em Nova Iorque (1988) and O Caça Polícias III (1994). O Caça Polícias (1984) was the film that made Murphy a box-office superstar and most notably made him a celebrity worldwide, and it remains one of the all-time biggest domestic blockbusters in motion-picture history. Murphy's performance as a young Detroit cop in pursuit of his friend's murderers earned him a third consecutive Golden Globe nomination. Axel Foley became one of Murphy's signature characters. On top of his game, Murphy was unfazed by his success, that is until his box office appeal and choices in scripts resulted into a spotty mix of hits and misses into the late 1980s and early 1990s.
Films like O Menino de Ouro (1986) and O Caça Polícias II (1987) were critically panned but were still massive draws at the box office. In 1989, Murphy, coming off another hit, Um Príncipe em Nova Iorque (1988), found failure with his directorial debut, Os Reis da Noite (1989). 48 Horas - Parte II (1990), his turn as a hopeless romantic in O Príncipe das Mulheres (1992) and as a suave vampire in Vampire In Brooklyn did little to resuscitate his career. However, his remake of Jerry Lewis's O Professor Chanfrado (1996) brought Murphy's drawing power back into fruition. From there, Murphy rebounded with occasional hits and misses but has long proven himself as a skilled comedic actor with laudable range pertaining to characterizations and mannerisms. Though he has grown up a lot since his fast-lane rise as a superstar in the 1980s, Murphy has lived the Hollywood lifestyle with controversy, criticism, scandal, and the admiration of millions worldwide for his talents. As Murphy had matured throughout the years, learning many lessons about the Hollywood game in the process, he settled down with more family-oriented humor with Dr. Dolittle (1998), Mulan (1998), O Sem-Vergonha (1999), and the animated smash Shrek (2001), in a supporting role that showcased Murphy's comedic personality and charm. Throughout the 2000s, he further starred in the hits A Casa Assombrada (2003), Shrek 2 (2004), Dreamgirls (2006) (for which he was nominated for a Best Supporting Actor Oscar), Norbit (2007), Shrek, o Terceiro (2007), and Shrek 4: Para Sempre (2010).
Murphy was married to Nicole Mitchell Murphy from 1993 to 2006. Murphy has ten children.
In the role of actor
A história da produção de Shrek (19/05/2026)
Vivemos numa época em que a animação é praticamente uma commodity, com estúdios pipocando aqui e ali, cada grande player de Hollywood produzindo suas próprias animações. Até a Netflix, conhecida por produções meia-boca, vêm lançando um sucesso atrás de outro, abocanhando Oscars, e quase sem errar. Sony Animation, Studios Ghibli, Warner Animation, Illumination (da Universal, casa dos Minions e do recém lançado Mario), cada um tem seu espaço e sua reservada dose de sucesso. Não foi sempre assim. Houve uma época que o mercado era dominado por um único gigantesco estúdio: a Disney. E depois por nenhum. E depois pela Disney de novo. E depois pela Pixar. Aí a Pixar foi comprada pela Disney e parecia que a Disney ia dominar tudo de novo. Aí veio Shrek. Babaca Mesquinho Começando direto para o pior cenário da história da animação depois que a animação surgiu. O ano era 1984. Desde Mogli, de 1967, última animação que teve a participação de Walt Disney, o estúdio vinha acumulando fracassos. Essa é conhecida como a “Era das Trevas” da animação. Os Artistogatos, Bernardo e Bianca, O Cão e a Raposa, o Caldeirão Mágico… era fracasso atrás de fracasso, afundando a reputação do estúdio. A Disney estava ameaçada de ser vendida. Roy Disney, irmão dO Cara, um dos cabeças do estúdio na época, tinha um plano: trazer um trio da Paramount para tentar salvar o estúdio. Veio então a ousada contratação de Michael Eisner, Frank Wells, e Jeffrey Katzenberg. Eisner se tornaria o CEO. Katzenberg chefiaria a divisão de filmes. E Wells era o COO, um estrategista, o adulto responsável por evitar que Eisner e Katzenberg se matassem em uma disputa de egos. Porque apesar de serem babacas mesquinhos, Katzenberg e Eisner entendiam demais do mercado. Eles reestruturaram o estúdio, arrumaram a casa, limparam a gordura, e juntos criaram uma das eras mais marcantes da história da animação. A Renassença da Disney O primeiro filme que Katzenberg pôs a mão já se tornou um clássico: “Um Ratinho Detetive” (1986). Katzenberg priorizava uma animação rápida e engraçada, porém menos artística. Antenado, ele já colocava cenas de CGI, como as engenhocas do Big Ben na batalha final. Depois desse filme, a Disney, liderada por Katzenberg, entrou em um ritmo alucinado de produção com uma proposta ousada: Oliver (1988) chegou com o que Katzenberg chamava de um “musical da Broadway, porém animado”. Foi o primeiro teste para o que viria a ser chamado de Era da Renassença da animação, uma época onde sucesso após sucesso eram lançados, com histórias e personagens que perduram até hoje. Não é à toa: os filmes da renassença são todos grandes sucessos: A Pequena Sereia (1989), A Bela e a Fera (1991), Alladin (1992), O Rei Leão (1994), Pocahontas (1995), O Corcunda de Notre dame (1996), Hércules (1997), Mulan (1998), e Tarzan (1999). O acidente de helicóptero No dia 03 de abril de 1994, um acidente de helicóptero durante uma viagem de esqui tirou a vida de Frank Wells. Wells tinha um papel importante no tripé criativo da alta hierarquia da Disney: era a única pessoa que Eisner confiava e a única que Katzenberg respeitava. Mais do que isso, era a única pessoa que conseguia lidar com os egos dos dois babacas e evitar que eles se matassem enquanto trabalhavam juntos e produziam os grandes sucessos da era Disney. Apenas dois dias depois da morte de Wells, Katzenberg e Eisner tiveram sua primeira briga séria. DOIS DIAS! Jeffrey Katzenberg queria tomar o posto de COO e pressionava Eisner para isso. A empresa estava há dois dias sem um COO, era hora de brigar. Esse conflito de cabeçudos resultou na demissão de Katzenberg. É claro que Eisner fez isso da forma mais humilhante e errada possível, de forma que o processo todo se tornou excruciante e dispendioso: estima-se que Jeffrey Katzenberg tenha recebido cerca de 250 milhões de dólares em multas e taxas durante sua demissão. Mas para um ególatra, não era o suficiente. A Dreamworks Não demorou muito para que Katzenberg se movesse fora da Disney. Ele se uniu a Spielberg, com quem já tinha trabalhado em Who Framed Roger Rabbit? e criou um estúdio de animação concorrente: a Dreamworks. Antenado com a tecnologia 3D, Katzenberg não queria necessariamente atacar a Disney, mas sim um de seus projetos mais promissores: a Pixar. Para isso, Katzenberg veio com ameaças: como ele sabia que a Pixar estaria trabalhando em uma animação 3D com insetos, ele forçou o recém criado estúdio Dreamworks a fazer a mesma coisa: surgia Formiguinhaz, não só uma afronta à Pixar como uma tentativa de desgastar o formato “filme de animação com insetos” só para prejudicar o estúdio concorrente. Não à toa, Katzenberg correu tanto com a produção que Antz chegou aos cinemas quase um mês antes do seu irmão mais bem sucedido. Sim: Vida de Inseto faturou quase o dobro de Formiguinhaz e os executivos da Pixar jamais perdoaram Katzenberg. O fracasso de público e crítica de Formiguinhaz parecia estabelecer que a Disney/Pixar seria imbatível na área de animação. Com duas animações 2D medianas (“Príncipe do Egito” e “O Caminho para El Dorado”) e um stop motion maravilhoso (“Fuga das Galinhas”), o estúdio ainda parecia perdido, sem identidade. Somebody once told me… Eis que chega o ogro. Não há nenhuma dúvida que o principal alvo das piadas de Shrek é o estúdio Disney e sua cultura de conto de fadas. Não à toa, o vilão é o dono da terra encantada, um ser baixinho, arrogante, que quer ter o controle de todas as criaturas mágicas, e que tem uma certa semelhança com o Michael Eisner de perucas, se você olhar com atenção: A piada não foi somente direcionada, como foi extremamente bem feita. Shrek se tornou um enorme sucesso, um clássico da animação, e desbancou o excelente Monsters Inc. no Oscar daquele ano. Não só isso, mas Jeffrey Katzenberg foi quem subiu ao palco para receber o Oscar de melhor animação. Depois de ser humilhado em uma demissão mal-feita, o idiota venceu. E, quer saber? Foi merecido. Leitura: Grande parte do material deste artigo foi obtido do livro Disney War, de James B. Stewart. https://a.co/d/0eiQwe4T