Jacques Abrahamian
☼ Born on(day unknown) (month unknown) (year unknown)
Biography: Jacques Abrahamian was born in Beirut, Lebanon of Armenian descent. He later relocated to the United States with his family due to the civil unrest. Initially settling in South Boston, they later moved to Watertown, Massachusetts. After spending many years on the East Coast, Jacques and his family made the move to California in 1989, where he would go on to carve out a career in entertainment. Jacques began his career in the mailroom of Writers & Artists Agency (WAA) in Beverly Hills, where he was introduced to the world of talent representation. During his time there, the agency represented high-profile clients such two time Oscar winner Adrien Brody (The Pianist, The Brutalist), Oscar winning actor the late Philip Seymour Hoffman (Capote), Oscar-nominated William H. Macy (Fargo), James Gan  (see all) dolfini (The Sopranos). WAA eventually merged with what is now Paradigm Talent Agency in Beverly Hills, marking a significant milestone in Jacques' early career. Jacques helped package and green-light Darren Lemke's (Goosebumps, Shazam!, Gemini Man) Directorial debut feature-film entitled "Lost". From 2002 to 2007, Jacques founded Cedar Films, a production company focused on independent film projects. He played a key role in packaging several notable indie films, including "DALI", which was set to be Directed by Alejandro Chomski ("Hoy y Mañana" - Cannes Un Certain Regard, "Feel the Noise" - produced by Jennifer Lopez and "A Beautiful Life" - starring Dana Delany, Angela Sarayan, and Bai Ling. In addition to his work in the entertainment industry, Jacques holds a Master's Degree in Medicine from Western University of Health Sciences and a Bachelor's Degree in Business Administration & Management from "Woodbury University" .


In the role of producer

Águas Mortais (22/07/2026)

O thriller de desastre aéreo/marítimo Águas Mortais, boa tradução de Deep Water, precisou de SEIS roteiristas para ser escrito. A única certeza possível a respeito desses seis roteiristas é que eles não conversaram entre si. E eu cheguei a essa realização, pois eu acredito que esses seis roteiristas nunca mantiveram uma conversa na vida deles. Todos os diálogos do longa são patéticos e artificiais, chegando a ser cômicos de tão falsos. E não é só isso: estou bem seguro em afirmar que esses seis roteiristas nunca andaram de avião na vida. Águas Mortais é um filme de terror para aeromoças: todas as direções que elas dão em casos de acidentes são subitamente descartadas antes de meia hora de filme. Após um pouso no mar, absolutamente NENHUM passageiro coloca seu colete salva-vidas — que, qualquer um que andou de avião sabe que eles estão estrategicamente colocados debaixo de seus assentos. Assentos que deveriam ser flutuantes, pelas regras que eu lembro da aviação. Aparentemente os roteiristas também esqueceram disso: o desastre aéreo deixa um punhado de malas boiando no oceano, mas nenhum assento. Flutuação é o terceiro item que os roteiristas não sabem como funciona. Aparentemente, há pouquíssima coisa menos densa que a água naquele avião, e nada do que flutua parece fazê-lo de forma natural. Até mesmo a atuação de bons atores soa falsa. O filme conta com Ben Kingsley, que definitivamente estava precisando pagar algum boleto; e Aaron Eckhart, o duas caras do Nolan, mas que eu prefiro lembrar pelo ótimo Obrigado por Fumar. A dupla interpreta piloto e co-piloto, que parecem sempre interagir sempre de forma a lembrar o que Nathan Fielder fez durante a segunda temporada de O Ensaio. Lembrar dessa série foi o que me manteve são durante os piores momentos do filme. E os piores momentos chegam das profundezas. Os tubarões do filme são tão ruins quanto a introdução deste parágrafo. É outra coisa possível de afirmar sobre os roteiristas: eles nunca assistiram Discovery Channel durante a Semana do Tubarão, e nem nadaram nas praias de Boa Viagem. Águas Mortais é um filme ruim com uma premissa ruim. E eu não acredito que precisaram de SEIS roteiristas pra trabalhar nisso daqui.