Maggie Gyllenhaal
☼ Born on16 janeiro 1977, in New York City, New York, USA
Biography: Maggie Gyllenhaal was born on November 16, 1977 in New York City, New York as Margalit Ruth Gyllenhaal, the daughter of producer/screenwriter Naomi Foner and director Stephen Gyllenhaal, and the older sister of actor Jake Gyllenhaal. She is of Ashkenazi Jewish (mother) and Swedish, English, and German (father) descent. She made her film debut in Paixão e Loucura (1992). She had sporadic roles throughout her teenage years though she took a break to attend Columbia University where she graduated w/ a degree in literature in 1999. In addition, she briefly studied at the Royal Academy of Dramatic Arts in London, which helped w/ her post-graduation transition back into acting. Soon after graduating, she had supporting roles in Cecil B. Demente (2000) & Donnie Darko (2001). Her breakout role came  (see all) later when she starred in A Secretária (2002), which earned her a Golden Globe nomination. She followed that up w/ supporting roles in 40 dias e 40 noites (2002), Confissões de Uma Mente Perigosa (2002), Inadaptado (2002), & O Sorriso de Mona Lisa (2003) among other movies. She received her 2nd Golden Globe nomination for playing a recent prison parolee in Sherrybaby (2006). She followed that up w/ roles in World Trade Center (2006), Contado Ninguém Acredita (2006) & O Cavaleiro das Trevas (2008). In 2009, she received great acclaim for her role in Crazy Heart (2009), which earned her 1st Oscar nomination. Since then, she has been seen in Nanny McPhee e o Toque de Magia (2010), Boas Vibrações (2011) & Nunca Desistas (2012).


In the role of director

A Noiva! (05/03/2026)

Eu sou um grande fã de Jesse Buckley. Comentei com o Rodrigo Fernandes um tempo atrás que ela parece ter aquela cara de quem guarda um segredo que pode arruinar sua vida, que eu acho maravilhosa. A atriz fatalmente vai ganhar seu Oscar este ano por Hamnet. Merecidíssimo, inclusive. Seu novo trabalho é A Noiva!, uma releitura de Frankenstein dirigida por Maggie Gyllenhaal (a Rachel do Batman do Christopher Nolan, mas do segundo Batman, não do primeiro, já que a Katie Holmes saiu entre um filme e outro), que já tinha outros trabalhos como diretora, inclusive no ótimo The Lost Daughter. Uma baguncinha O resultado é uma bagunça. Infelizmente, não aquela baguncinha gostosa, que deixa a gente com um sorriso confuso. O filme abraça muita coisa: tem máfia, romance, detetives, bastidores de Hollywood, revoluções feministas, musicais (tem uma cena inteira de musical, simplesmente aleatória), pornochanchada, ação, road movie, tiroteio. É coisa demais, e nada levando para lugar nenhum. Nada é devidamente explorado. Até Mary Shelley (a escritora de Frankenstein) aparece em determinado momento. Aliás, neste filme, Frankenstein é o monstro, não o médico. É claro que uma leitura mais apropriada da obra nos permite ver que o médico é o monstro e tal, mas a criação não se chama Frankenstein na história original. O roteiro mete um grandiosíssimo foda-se para esse fato e coloca Christian Bale como Frank, um monstro renascido, fã de cinema (eu adoraria ver o perfil do Letterboxd deste Frankenstein). O cientista, por sua vez, é interpretado por uma mulher, em outro gigantesco foda-se para as entrelinhas da obra de Mary Shelley, da amargura de um homem por não ser capaz de criar vida. Péssimo timing Essas comparações são outro fator que atrapalha muito o desempenho do filme. Com seu lançamento tão próximo da obra-prima que foi o Frankenstein de Guillermo del Toro, as decisões erradas deste filme parecem mais erradas ainda. Não que Christian Bale esteja ruim, ou que seu monstro esteja mal-caracterizado, mas em comparação com o filme disponível na Netflix, tudo parece pior. Isso é uma pena. Ao tentar abraçar muita coisa, o filme se perde e não faz nada realmente muito bem. Ele até tenta criar uma fantasia de carnaval própria de Noiva, baseada em uma maquiagem na cara e um véu; mas faz isso estreando duas semanas depois do Carnaval. Péssimo timing de novo.