Woody Harrelson
☼ Born on23 janeiro 1961, in Midland, Texas, USA
Biography:
Academy Award-nominated and Emmy Award-winning actor Woodrow Tracy Harrelson was born on July 23, 1961 in Midland, Texas, to Diane Lou (Oswald) and Charles Harrelson. He grew up in Lebanon, Ohio, where his mother was from. After receiving degrees in theater arts and English from Hanover College in southern Indiana, he had a brief stint in New York theater. He was soon cast as Woody on TV series Cheers, Aquele Bar (1982), which wound up being one of the most-popular TV shows ever and also earned Harrelson an Emmy for his performance in 1989.
While he dabbled in film during his time on Cheers, Aquele Bar (1982), that area of his career didn't fully take off until towards the end of the show's run. In 1991, Doutor Sarilhos (1991) gave him his first widely-seen movie role, and he followed that up w
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ith Branco Não Sabe Meter (1992), Proposta Indecente (1993) and Assassinos Natos (1994). More recently, Harrelson was seen in Este País Não É Para Velhos (2007), Bem-vindo à Zombieland (2009), 2012 (2009), and Amigos Coloridos (2011), along with the acclaimed HBO movie Mudança de Jogo (2012).
In 2011, Harrelson snagged the coveted role of fan-favorite drunk Haymitch Abernathy in the big-screen adaptation of The Hunger Games - Os Jogos da Fome (2012), which ended up being one of the highest-grossing movies ever at the domestic box office. Harrelson is set to reprise that role for the sequels, which are scheduled for release in November 2013, 2014 and 2015. Harrelson has received two Academy Award nominations, first for his role as controversial Hustler founder Larry Flynt in Larry Flynt (1996) and then for a role in O Mensageiro (2009). He also received Golden Globe nominations for both of these parts. In 2016, he had a stand-out role as a wise teacher in the teen drama No limiar dos 18 (2016).
Harrelson was briefly married to Nancy Simon in the 80s, and later married his former assistant, Laura Louie, with whom he has three daughters.
In the role of actor
A revolução dos bichos (25/05/2026)
George Orwell é inesgotável. Ele não aparece apenas nos noticiários diários, nos rompantes dos políticos ou nas situações que a realidade insiste em copiar da sua literatura. Ele é uma fonte inesgotável para o audiovisual. Desde sempre. Em 2021, sua obra entrou em domínio público. O resultado foi uma enxurrada impressionante dos seus livros por infindáveis editoras. Não é uma reclamação, importante deixar claro. Prefiro 1984 aos cafés com Deus e etc, etc. E é claro que o cinema também iria se aproveitar dessa festa. Um dos primeiros resultados é a animação A revolução dos bichos, de Andy Serkis. Para quem leu o livro, está tudo lá. A revolta inicial dos bichos contra os humanos. A tomada de poder. A instauração do novo regime na fazenda. A liderança do Porco que vai ficando cada vez mais autoritária. É uma versão respeitosa com o material original. O que, provavelmente, não vai frustrar os fãs de Orwell. Então, qual a razão do “provavelmente” na frase acima? Simples. Para que o filme pudesse render os 96 minutos de projeção, foram feitos pequenos acréscimos. Para ser mais preciso, dois personagens chamados Mr Whymper, uma espécie de corretor ganancioso, mas divertido; e Frieda Pilkington, uma capitalista cruel, vividos por Steve Buscemi e Glenn Close respectivamente. O roteiro também trouxe uma certa modernidade high tech para a fazenda. Essas adições não chegam a comprometer o espírito de A revolução dos bichos. Por duas razões. Elas estão dentro do espírito Orwelliano da trama principal e, principalmente, não comprometem o desenvolvimento do arco principal. Do ponto de vista técnico, a animação está muito bonita e os atores excelentes. Seth Rogen nasceu pra dublar o porco Napoleão. Ele, aliás, está se especializando na dublagem dos grandes suínos do entretenimento. Não custa lembrar que ele fez o Pumba no live actions de Rei Leão. Com tantos bons comediantes no seu elenco, o roteiro poderia cuidar um pouco melhor do humor do filme. As piadas são, via de regra, insossas. Parece que a mensagem foi mais bem cuidada do que a comédia. George Orwell, provavelmente, curtiria essa escolha.
Truque de Mestre 3 (12/11/2025)
O verdadeiro truque de mágica executado no filme Truque de Mestre de 2013 foi entender como um produtor conseguiu juntar um elenco tão bom e produzir um filme tão ruim. E três anos depois, executar o mesmo truque. Contrariando de vez a máxima de que um mágico não executa o mesmo ato mais de uma vez, Truque de Mestre 3 chega aos cinemas, sem pretensão de parar por aí (tom de ameaça). No novo filme temos a volta de Isla Fisher. Para quem não lembra de uma das obras mais esquecíveis da cinematografia mundial, a atriz estava grávida durante a produção do segundo filme e, portanto, substituída lá por uma Lizzy Caplan (do Masters of Sex, excelente atriz), com uma nova personagem que era exatamente igual à persona de Fisher. Nunca um roteiro de um Truque de Mestre foi reescrito ou sequer revisado, não seria uma troca de personagem que faria os roteiristas terem esse trabalho todo. Além da volta do elenco original completo, tem ainda mais personagem: a trupe de mágicos é complementada por três novos elementos pertencentes à geração Z. É tanto personagem que o James Gunn mandaria um “pega leve, pessoal”. Com tanta gente, sobra diálogo expositivo. A primeira meia hora do filme é, no mínimo, sofrível. São personagens se encontrando, se apresentando, e contando sobre seu passado de forma resumida. O roteiro, infelizmente, não melhora em momento nenhum. Para não jogar fora completamente o filme todo, a direção do Ruben Fleischer (de Zombieland) é bem redondinha. As cenas de luta e de ação são fáceis de entender, mesmo com um dos personagens virando o gambit e materializando cartas do ar para atirar em inimigos. A franquia, apesar de ruim, tem seu bom punhado de fãs devotos. Assim, bastaria uma performance medíocre nos cinemas para garantir um quarto filme. Os produtores já estão contando com isso, metendo um final que deixa pontas abertas, incluindo para serem fechadas pelos novos e mais econômicos elementos da geração Z. Se o salário do Jesse Eisenberg ficar salgado demais, já dá para tirar ele do elenco e focar o filme nos novos personagens. Um truque manjado.