Sergi López
☼ Born on22 janeiro 1965, in Vilanova i la Geltrú, Barcelona, Catalonia, Spain
Biography:
Sergi López is a Spanish actor, whose specialty is villains of all types but whose range also includes dramatizing romantic and comedic roles with equal mastery. He was born outside of Barcelona in the seaside town of Villanova i la Geltrú on December 22nd, 1965. As a youth he was inclined towards the performance arts and headed to France for further studies in the field. In 1991 he auditioned for French director Manuel Poirier who was so impressed with Sergi that he gave him the lead role in "Western." Poirier and López continued to collaborate on "La Petite-Amie d'Antonio," "La Campagne," "Attention Fragile," and "Marion" in subsequent years. Sergi often played the charming Spanish immigrant lost in France in Poirier's films.
Sergi's career was actually cemented in France that catapulted him to
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public recognition, while Spain was still relatively oblivious to her talented son until 1997. In 1997 Sergi appeared in Catalan auteur Ventura Pons' "Caricies" that also showcased Spain's finest actors. He spoke Catalan in the role. After "Caricies" Sergi appeared in Spanish cinema more frequently such as in "Entre las piernas" with Spanish mega-stars Javier Bardem and Victoria Abril and in "Lisboa" with Spanish legend Carmen Maura. Sergi was then offered plum roles both in France and Spain and split time traveling back and forth between his adopted nation and native motherland.
In 2001 he won the César for his role in Dominick Moll's "Harry, Un Ami Qui Vous Veut du Bien." This role came to define his mastery on villainous roles which continued in "Solo Mia" with Paz Vega as his battered wife, Stephen Frears' "Dirty Pretty Things" with Chiwetel Ejiofor and Audrey Tautou as his scared pawns, and Guillermo del Toro's "El Laberinto del Fauno" with post-Civil Spain as playground for his Vidal's sadism.
However, not all is dark villainy in Sergi's most recognized and praised thespian filmography. Sergi also displayed his comedic talents in "Hombre Felices" and "Janis et John."
With such range, talent, and skill, it is no wonder horror master and aficionado Guillermo del Toro said he is "in love" with Sergi's work and insisted on casting him as the stone-cold killer Captain Vidal despite Spanish producers' misgivings. Let us hope that, despite wider international exposure, Sergi continues to retain his unique avant-gardeness and participate only in projects that do his talent justice.
In the role of actor
Sirât (20/02/2026)
Vai ter quem adore esse filme e admiro essas pessoas. Mas eu não sou uma delas. Não gosto por alguns motivos, mas o principal é pela desproporção entre tamanho do filme e tamanho da história que ele conta. Claro que a lentidão e o esparrado da história estão lá por opção artística, mas há momentos em que isso soa mais com castigo mesmo. O filme tem um visual muito impactante, ambientado nesses lugares que são inóspitos e imensos. Acho que aprendi a curtir isso no Mad Max (o primeiro). E também vivi isso anos atrás, quando fiz o Rally dos Sertões. Tinha trechos que parecia que não importava o quanto você já tinha andado, nunca passava dos 10% do percurso, sempre tinha muito pra andar. Esses lugares não são meramente opressores: eles escancaram a sua insignificância. E Sirât tira bom proveito disso, mas por tempo exagerado. A aspereza do lugar contamina o filme, no bom e no mau sentido. Podia ser só no bom. O som é uma coisa importante neste filme, mas da mesma maneira os exageros estão lá não como um recurso narrativo, mas claramente para incomodar o público. E bom, conseguem… A história principal é de um pai que, junto com seu filho, procura por sua filha mais velha. E essa premissa é boa. O protagonista tem um quest muito claro e que facilmente gera empatia. Teve um pecadilho nessa história, que é a um dado momento o pai deixar claro que a filha deve estar perdida em alguma balada, alguma rave. Não devíamos ter essa informação. Ia ser muito melhor só sabermos que o pai a procura, sem sabermos o que a fez sumir. Era só repetir nessa trama o que foi muito bem-feito em relação a uma guerra mundial, que sabemos que está em curso, mas não sabemos onde ela se dá, quem contra quem, se é nuclear ou convencional, nem mais nada. Essa nossa ignorância curiosamente aumenta a pressão. Deviam ter repetido esse expediente na questão da filha e a origem do seu sumiço. Não vou dar spoiler, mas digo que, para mim, o melhor do filme é a pior cena dele. Ficou assombrando minha cabeça por alguns dias. E não, não estou falando de minas explodindo. Se você for ver esse filme, recomendo que faça isso num dia em que esteja especialmente paciente. Leve uma garrafa d’água, porque dá sede.