Sarah Snook
☼ Born on1 janeiro 1987, in Adelaide, South Australia, Australia
Biography:
Sarah Snook was born and raised in Adelaide, South Australia. Showing promise in performing arts at a young age, Sarah was awarded a scholarship to study drama at Scotch College, Adelaide. After high school, she was accepted in to the prestigious National Institute of Dramatic Arts (NIDA) and graduated in 2008 with a Bachelor of Fine Arts (Acting).
Having started out in theatre in Sydney, Sarah was the runner-up in the 2011 Australians in Film Heath Ledger Scholarship. She has since gone on to work extensively in film and television in Australia, receiving awards from the Australian Academy for Cinema and Television Arts (AACTA) for Best Actress in a Film, Predestinado (2014), and Best Lead Actress in a Television Drama, Sisters of War (2010), the Film Critic's Circle of Australia (FCCA) for
(see all)
Best Actress - Lead Role, Predestinado (2014) and Not Suitable for Children (2012), and the Australian Film Critics Association (AFCA) for Best Actress in a Supporting Role, These Final Hours (2013).
Internationally, Sarah has acted in numerous films, most notably Steve Jobs (2015) and O Castelo de Vidro (2017). She also appeared in the Netflix series Black Mirror (2011). On stage, Sarah made her West End debut in 2016 alongside Ralph Fiennes in The Old Vic's production of Henrik Ibsen's "The Master Builder".
In 2017 Sarah wrapped on two Australian productions, A Maldição da Casa Winchester (2018) and Brothers' Nest (2018), and was in New York later in 2017 to shoot the first season of HBO series, Succession (2018).
In the role of actor
Memórias de um Caracol (05/06/2025)
Eu conheci Adam Elliot em uma mostra de cinema, assisti “Mary e Max“. Foi amor instantâneo. Quando soube de “Memórias de um Caracol” eu tinha certeza que sentiria muito do que senti com “Mary e Max”, acontece que eu me enganei, eu senti um pouco mais. A animação em stop motion é a prova que existe muita paixão quando o assunto é fazer cinema. O roteiro, inclusive, faz essa menção, provando a dedicação pelo cinema e ouso dizer, pela vida. A vida, que aqui no mundo real é tão complexa, na animação se mostra agridoce. Algum acerto maior? Eu só tenho o que agradecer ao carisma de cada personagem que me conquistou, pois aqui me lembrei que a vida é sempre pra frente. Quando temos histórias boas para contar e escolhemos a forma mais sincera para contá-las temos esse filme como resultado. Talvez eu esteja excessivamente apaixonada, afinal o filme usa de recursos muito próximos aos usados em “Mary e Max”. Mas a arte existe para nos comunicar, nos ensinar, nos educar, nos entreter e nos emocionar; “Memórias de um Caracol” faz quase tudo isso, sem sair da concha, afinal, está tudo bem ficar confortável, desde que você lembre que há vida aqui fora, vidas que mudam diariamente. E aqui, no meio das cartas e memórias, esse filme me lembrou muito da minha própria jornada; cheia de passado, medo, choro, mas lotada de novas possibilidades.