Rami Malek
☼ Born on12 janeiro 1981, in Los Angeles, California, USA
Biography:
Rami Said Malek (born May 12, 1981) is an American actor. He won a Critics' Choice Award and the Primetime Emmy Award for Outstanding Lead Actor in a Drama Series for his lead role as Elliot Alderson in the USA Network television series Mr. Robot. He also received Golden Globe Award, Screen Actors Guild Award, and TCA Award nominations.
Malek has acted in supporting roles for other film and television series such as Night at the Museum trilogy, Fox comedy series The War at Home (2005-2007), HBO miniseries The Pacific (2010), Larry Crowne (2011), Paul Thomas Anderson's The Master (2012), The Twilight Saga: Breaking Dawn - Part 2 (2012), the independent film Ain't Them Bodies Saints (2013) and the dramatic film Short Term 12 (2013). He was also in the video-game Until Dawn (2015) as Joshua "Jos
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h" Washington. Malek is set to portray musician Freddie Mercury in the upcoming biographical drama Bohemian Rhapsody (2018).
Rami Said Malek was born in Los Angeles, to an Egyptian Coptic Orthodox family. His late father was a tour guide in Cairo who later sold insurance. His mother is an accountant. Malek was raised in the Coptic faith. He has an identical twin brother named Sami, younger by four minutes, who is a teacher, and an older sister, Yasmine, who is a medical doctor. Malek attended Notre Dame High School in Sherman Oaks, California, where he graduated in 1999 along with actress Rachel Bilson. He attended high school with Kirsten Dunst, who was a grade below and shared a musical theater class with him. He received his Bachelor of Fine Arts degree in 2003 from the University of Evansville in Evansville, Indiana.
In 2004, Malek began his acting career with a guest-starring role on the TV series Gilmore Girls. That same year he voiced "additional characters" for the video game Halo 2, for which he was uncredited. In 2005, he got his Screen Actors Guild card for his work on the Steven Bochco war drama Over There, in which he appeared in two episodes. That same year, he appeared in an episode of Medium and was cast in the prominent recurring role of Kenny, on the Fox comedy series The War at Home. In 2006, Malek made his feature film debut as Pharaoh Ahkmenrah in the comedy Night at the Museum and reprised his role in the sequels Night at the Museum: Battle of the Smithsonian (2009) and Night at the Museum: Secret of the Tomb (2014). In the spring of 2007, he appeared on-stage as "Jamie" in the Vitality Productions theatrical presentation of Keith Bunin's The Credeaux Canvas at the Elephant Theatre in Los Angeles.
Since 2015 he has played the lead role in the USA Network computer-hacker, psychological drama Mr. Robot. His performance earned him nominations for the Dorian Award, Satellite Award, Golden Globe Award, and Screen Actors Guild Award, as well as wins in the Critics' Choice Television Award for Best Actor in a Drama Series and Primetime Emmy Award for Outstanding Lead Actor in a Drama Series.
In September 2016, Buster's Mal Heart, the first movie in which Malek plays a starring role, premiered at the Toronto International Film Festival to positive reviews. In it, Malek plays one man with two lives, Jonah and Buster. In August 2016, it was announced that Malek will co-star with Charlie Hunnam as Louis Dega in a contemporary remake of the 1973 film Papillon. Papillon premiered September 2017 at the 2017 Toronto International Film Festival. In November 2016, it was announced that Malek will star as Freddie Mercury in the upcoming Queen biopic, Bohemian Rhapsody, to be released on November 2, 2018. In February 2017, Malek won the Young Alumnus Award from his alma mater, University of Evansville. In 2017, he was invited to become a member of the Academy of Motion Picture Arts and Sciences.
In the role of actor
Nuremberg (24/03/2026)
O nome de James Vanderbilt, que assina o roteiro e direção do drama histórico Nuremberg (que oficialmente estreou em 2025, mas chega ao Brasil só agora pela Diamond) não é estranho aos releases hollywoodianos. Ele é mais conhecido por escrever, sendo o principal roteirista do true-crime Zodiac, de The Amazing Spider-man (aquele que o Andrew Garfield é um cara bonitão, anda de skate, faz tudo bem, mas por algum motivo não é popular na escola), e de comédias do Adam Sandler para a Netflix. Talvez soe como um currículo questionável para dirigir e escrever um filme sobre o julgamento de Nuremberg, e a condenação dos nazistas responsáveis pelo holocausto. E qualquer pessoa que contestar essa escolha têm sim sua razão: Nuremberg é um filme que joga uma visão de cinema pipoca em cima do tema. Elenco-Pipoca A começar pelo elenco. O vencedor do Oscar Rami Malek está péssimo como o psiquiatra Douglas Kelley. Já Russel Crowe é um ator bem melhor, que sentimentalmente engole Malek em suas cenas, mas que pode ser facilmente contestado como a melhor escolha para o papel. Mesmo com meu alemão quebrado e berlinense (que não é o melhor dos alemães), fica óbvio que Crowe não consegue entregar corretamente suas falas em alemão. No inglês, ele começa com um ótimo sotaque alemão, mas vai esquecendo de fazer o sotaque conforme o filme avança. Fica a dúvida: por que não chamaram um ator alemão para interpretar Hermann Göring? Não havia tanto a necessidade de meter uns rostos americanos reconhecíveis no meio do filme, já que isso não falta: Michael Shannon está excelente, John Slattery continua sub-aproveitado, Richard Grant faz o básico bem feito, e até Colin Hanks aparece de surpresa. Conheça seu público O elenco-pipoca faz parte de um roteiro que faz questão de se explicar em sua totalidade. Em determinada parte, um dos personagens exibe um gigantesco mapa para um general para mostrar onde fica a Alemanha, com setas apontando para os países nórdicos, desenhando para o telespectador a invasão germânica à Noruega e Suécia. Se soa tonto para um aficcionado por história que nem eu, é compreensível essa necessidade em um filme que se propõem a falar de um tema delicado a um público mais amplo. Os diálogos expositivos, a ironia de se prender líderes nazistas em uma prisão alemã (mesmo que a mensagem escrita na parede seja em inglês “No Smoking“, afinal nenhuma sutileza é permitida), a explicação clara sobre o objetivo e o ideal de cada personagem: tudo segue o manual de roteiro básico. Não acredito que tal dedicação seja necessariamente um defeito. Até mesmo porque as mensagens do filme são exibidas de forma bem óbvia. Quando a arrogância americana bate de frente com a arrogância nazista alemã, o personagem faz questão de destacar a incoerência. “Até o antisemitismo nazista tinha um propósito prático“, revela o general nazista, com um óbvio paralelo com o antisemitismo crescente que vivemos, e que também é visto como parte de um propósito prático. É claro que a turminha do #FreePalestine vai preferir não enxergar essas conexões, evidenciando só a moral final da película. Moral da história Ah, sim, a moral do filme chega. E, obviamente, ela vêm bem demarcada, cuidadosamente explicada, como se fosse He-man ensinando as crianças o que aprendemos no dia de hoje. A única parte do filme que não é entregue mastigada é o julgamento per se. Comparado com o que acontece ao redor, o julgamento chega a ser chato. Até mesmo as ordens em alemão de Hermann Göring ficam sem tradução nessa parte. Não que seja necessário: Crowe grita um Steht stark für Deutschland com tanta vontade que cumpre o objetivo de mostrar ao público que aquele homem ainda está no comando. E com certa competência. Sua competência como líder fica ainda mais evidente perante a incompetência de absolutamente todos os personagens ao seu redor (com exceção de uma atraente jornalista, que também se mostra um tanto competente em seu trabalho). Todo mundo é muito ruim no que faz, e talvez isso não fique tão óbvio assim, como uma moral escondida. Ou eu estou querendo enxergar coisa demais onde não tem. Não devia: Nuremberg é um drama histórico mastigadinho, que ninguém precisa pensar mais do que o que ele apresenta. É um filme-pipoca fantasiado de filme-cabeça. Tá ótimo.