Peter Sarsgaard
☼ Born on7 janeiro 1971, in Belleville, Illinois, USA
Biography: Boyish-looking Peter Sarsgaard was born on March 7, 1971, at Scott Air Force Base, in Bellville, Illinois, to Judy Lea (Reinhardt) and John Dale Sarsgaard, an engineer who worked for the Air Force and later Monsanto and IBM. He is a graduate of St. Louis' Washington University, where he majored in history and literature. Initially trained with the Actors' Studio in New York, Peter began in comedy and became a co-founder of the comedy improvisational group Mama's Pot Roast. Such off-Broadway productions included Horton Foote's "Laura Dennis" and John Cameron Mitchell's "Kingdom of Earth." He made his screen debut in Tim Robbins' A Última Caminhada (1995) and was given more sizable roles in Desert Blue (1998) and O Homem da Máscara de Ferro (1998), as the ill-fated son of the Musketeer Athos,  (see all) played by John Malkovich. Peter then started gracing the art-house circuit, making a violent, searing impression as a homophobic killer in Os Rapazes Não Choram (1999) starring two-time Oscar-winner Hilary Swank as a trans-gendered teen. Other impressionable offbeat roles for Peter that have thrilled critics from coast to coast include Verdade ou Mentira (2003), which earned him a slew of awards including the prestigious National Society of Film Critics Award. Prior to that, he showed off his versatility with portrayals ranging from a Russian nuclear reactor officer in K-19: O Fazedor de Viúvas (2002) to a drug addict in Obsessão e Vingança (2002). Other heralded performances include Garden State (2004) and, notably, Relatório Kinsey (2004). On TV, Peter appeared in recurring/regular roles in several critically applauded series and mini-series including The Killing (2011), The Slap (2015), Wormwood (2017) (as ill-fated Army scientist Frank Olson), The Looming Tower (2018) and Courir toute nue dans l'univers (2019). More recent films include Dia e Noite (2010), the villain in the DC Comics entry Green Lantern - Lanterna Verde (2011), the Woody Allen drama Blue Jasmine (2013), Experimenter: Stanley Milgram, O Psicólogo Que Abalou a América (2015), Jackie (2016) (as Bobby Kennedy), Os Sete Magníficos (2016), Amar Pablo, Odiar Escobar (2017), O Som do Silêncio (2019) and Capital Humano (2019). In 2009, Sarsgaard married actress Maggie Gyllenhaal and have two children. He co-starred in the movie she wrote and directed -- A Filha Perdida (2021) starring Olivia Colman.


In the role of actor

A Noiva! (05/03/2026)

Eu sou um grande fã de Jesse Buckley. Comentei com o Rodrigo Fernandes um tempo atrás que ela parece ter aquela cara de quem guarda um segredo que pode arruinar sua vida, que eu acho maravilhosa. A atriz fatalmente vai ganhar seu Oscar este ano por Hamnet. Merecidíssimo, inclusive. Seu novo trabalho é A Noiva!, uma releitura de Frankenstein dirigida por Maggie Gyllenhaal (a Rachel do Batman do Christopher Nolan, mas do segundo Batman, não do primeiro, já que a Katie Holmes saiu entre um filme e outro), que já tinha outros trabalhos como diretora, inclusive no ótimo The Lost Daughter. Uma baguncinha O resultado é uma bagunça. Infelizmente, não aquela baguncinha gostosa, que deixa a gente com um sorriso confuso. O filme abraça muita coisa: tem máfia, romance, detetives, bastidores de Hollywood, revoluções feministas, musicais (tem uma cena inteira de musical, simplesmente aleatória), pornochanchada, ação, road movie, tiroteio. É coisa demais, e nada levando para lugar nenhum. Nada é devidamente explorado. Até Mary Shelley (a escritora de Frankenstein) aparece em determinado momento. Aliás, neste filme, Frankenstein é o monstro, não o médico. É claro que uma leitura mais apropriada da obra nos permite ver que o médico é o monstro e tal, mas a criação não se chama Frankenstein na história original. O roteiro mete um grandiosíssimo foda-se para esse fato e coloca Christian Bale como Frank, um monstro renascido, fã de cinema (eu adoraria ver o perfil do Letterboxd deste Frankenstein). O cientista, por sua vez, é interpretado por uma mulher, em outro gigantesco foda-se para as entrelinhas da obra de Mary Shelley, da amargura de um homem por não ser capaz de criar vida. Péssimo timing Essas comparações são outro fator que atrapalha muito o desempenho do filme. Com seu lançamento tão próximo da obra-prima que foi o Frankenstein de Guillermo del Toro, as decisões erradas deste filme parecem mais erradas ainda. Não que Christian Bale esteja ruim, ou que seu monstro esteja mal-caracterizado, mas em comparação com o filme disponível na Netflix, tudo parece pior. Isso é uma pena. Ao tentar abraçar muita coisa, o filme se perde e não faz nada realmente muito bem. Ele até tenta criar uma fantasia de carnaval própria de Noiva, baseada em uma maquiagem na cara e um véu; mas faz isso estreando duas semanas depois do Carnaval. Péssimo timing de novo.