Niko Nicotera
☼ Born on6 janeiro 1979, in Giessen, Hesse, Germany
Biography:
Niko was born in Giessen, Germany to Italian parents, the youngest of three children, his Father, Fernando, is a Sculptor and Painter and his Mother, Alexandra, a voluntary worker, travelling frequently and growing up between Europe and the United Kingdom, Niko developed an interest in Theatre when his older sisters Dharma and Leila, encouraged him to try out for a School play, he never looked back, at 18 years old, he moved to London to study Classical Theatre, where he was selected to represent his School for the BBC Carlton Hobbs Bursary Award, as well as perform at Shakespeare Globe Theatre for the Annual National Classical Theatre Festival. Finding representation while still at School, he went on to work in various British TV and Film productions, as well as working extensively throughout
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Europe and Abroad, before relocating to Los Angeles in 2007, where three weeks later he met his future Wife, Lesly, who had also just relocated from London, they spend their time between Los Angeles and Glasgow, Scotland.
Niko was last seen in the feature FATHER STU, starring Mark Wahlberg, Jacki Weaver and Mel Gibson. Before that, was last seen on the big screen in Clint Eastwood's RICHARD JEWELL in the role of Dave Dutchess, Richard Jewel's best friend, opposite Paul Walter Hauser, Sam Rockwell, Kathy Bates and Jon Hamm. He was "Roddy" in Universal's 2014 supernatural feature THE PURGE: ANARCHY . On the TV side, he played Gene, in the critically acclaimed series GOOD GIRLS for NBC. Before that, he starred as Ratboy on SONS OF ANARCHY (FX) for four seasons, becoming a Series Regular, which he followed with a guest lead in GOTHAM (FOX), HALT AND CATCH FIRE (AMC) and a multi-episode arc on YOU'RE THE WORST (FX). Other TV roles include THE ORVILLE (Fox) , THE ROOKIE (CBS), MACGYVER (CBS), CRIMINAL MINDS (CBS) and THE PLAYER (Fox).
In the role of actor
Odisséia (29/07/2026)
A única forma de honrar uma obra tão importante quanto o épico do retorno de Odisseu à sua casa é através de superlativos. Nesse aspecto, Christopher Nolan é o cineasta perfeito para esse desafio. É um dos únicos que conseguiria o orçamento que a história exige — e um dos poucos que saberia usar esse dinheiro como ninguém. Alguém que compra um avião para atirar em um prédio só por diversão merece cada dólar que os estúdios descolam pra ele; e que ele costuma entregar de volta o investimento. Nolan odeia continuações, evita franquias, cria filmes difíceis que brincam com a ordem do tempo. Tudo o que os estúdios deveriam abominar, já que resulta em um produto de difícil venda para um mercado cinematográfico cada vez mais repetitivo. Dada essas condições, acaba sendo uma certa obrigação do fã de cinema de respeitar o diretor. Pode até não gostar de seus filmes, mas é obrigatório respeitá-lo. E, por isso, uma história desse porte exige um diretor desse nome. Homero pra que te quero É uma história de 700 a.C. Seria historicamente acurado que Maria tenha lido para Jesus como história de ninar, de tão velha. As primeiras críticas vinham nessa pegada, de uma falha de contexto histórico. As armaduras seriam mais romanas do que gregas, Telêmaco não poderia utilizar um reducionismo ortográfico como “dad“… Meras interpretações de uma história que sobrevive ao tempo. A única ressalva realmente válida ocorre em uma cena em que Odisseu comenta que a idade do bronze está acabando. Como assim? Como ele sabe? Uma história tão clássica e famosa que todos sabemos um pouco dela. A Guerra de Tróia, o cavalo deixado de presente pelos gregos com Aquiles dentro — nem Aquiles nem seu famoso calcanhar aparecem no filme (não que eu me lembre) —, Helena de Tróia, o herói amarrado ao mastro para ouvir o canto das sereias, o exílio na ilha de Calipso (Charlize Theron interpretando Joelma), o truque de Penélope de desmontar seu próprio trabalho, os deuses gregos. E o retorno a Ithaca, claro… Isso nos 20 anos que Odisseu ficou viajando, um pacote CVC do Mediterrâneo. Um homem que precisava urgente de um Google Maps. Filme do ano No final, não é melhor do que Devoradores de Estrelas, mas como a Sony não convida a gente para as cabines, a gente também vai desconsiderar eles nos nossos rankings. Então dá pra dizer que Odisséia é sim o filme do ano. Anne Hathaway está melhor que Sandra Hüller, e isso eu até afirmo independente do desdém da Sony. E sim, é filme para ser visto em IMAX. Com as salas lotadas, conseguir a sessão é a odisséia privada de cada cinéfilo.