Laverne Cox
☼ Born on29 janeiro 1972, in Mobile, Alabama, USA
Biography: Laverne Cox is a four time Emmy-nominated actress, Emmy winning documentary film producer and a prominent equal rights advocate. Laverne's role of Sophia Burset in the critically acclaimed Netflix original series Orange Is the New Black (2013) brought her to the attention of diverse audiences all over the world. This role led to Laverne becoming the first openly transgender actress to be nominated for a Primetime acting Emmy. An artist and an advocate with an empowering message of moving beyond gender expectations to live more authentically, Laverne is the first openly transgender person to appear on the covers of TIME Magazine, Cosmopolitan magazine, British Vogue and Essence magazines among others. She was named one of Glamour magazine's 2014 Women of the Year. Laverne also proudly holds two  (see all) SAG Awards winning them with her Orange Is The New Black cast mates. Laverne's Emmy winning documentary "Laverne Cox Presents: The T Word" helped lead her to Executive Producing two powerful documentaries. Available on Netflix, "Disclosure: Trans Lives on Screen" is an unprecedented, groundbreaking look at the depiction of transgender characters throughout the history of film and TV and "Free CeCe" which tells the story of CeCe McDonald, a transgender woman who was controversially sentenced to 41 months in a men's prison for second degree manslaughter after defending herself against a racist and transphobic attack. The documentary focuses on McDonald's case, her experiences while incarcerated and the larger implications of her case for the transgender community and for communities of color at large. Upcoming in 2024 : Clean Slate a Laverne Cox Production in Collaboration with Norman Lear's Act III Productions, Sony Television Studios & Amazon Prime.


In the role of actor

A revolução dos bichos (25/05/2026)

George Orwell é inesgotável. Ele não aparece apenas nos noticiários diários, nos rompantes dos políticos ou nas situações que a realidade insiste em copiar da sua literatura. Ele é uma fonte inesgotável para o audiovisual. Desde sempre. Em 2021, sua obra entrou em domínio público. O resultado foi uma enxurrada impressionante dos seus livros por infindáveis editoras. Não é uma reclamação, importante deixar claro. Prefiro 1984 aos cafés com Deus e etc, etc. E é claro que o cinema também iria se aproveitar dessa festa. Um dos primeiros resultados é a animação A revolução dos bichos, de Andy Serkis.  Para quem leu o livro, está tudo lá. A revolta inicial dos bichos contra os humanos. A tomada de poder. A instauração do novo regime na fazenda. A liderança do Porco que vai ficando cada vez mais autoritária. É uma versão respeitosa com o material original. O que, provavelmente, não vai frustrar os fãs de Orwell.  Então, qual a razão do “provavelmente” na frase acima? Simples. Para que o filme pudesse render os 96 minutos de projeção, foram feitos pequenos acréscimos. Para ser mais preciso, dois personagens chamados Mr Whymper, uma espécie de corretor ganancioso, mas divertido; e Frieda Pilkington, uma capitalista cruel, vividos por Steve Buscemi e Glenn Close respectivamente. O roteiro também trouxe uma certa modernidade high tech para a fazenda.  Essas adições não chegam a comprometer o espírito de A revolução dos bichos. Por duas razões. Elas estão dentro do espírito Orwelliano da trama principal e, principalmente, não comprometem o desenvolvimento do arco principal. Do ponto de vista técnico, a animação está muito bonita e os atores excelentes. Seth Rogen nasceu pra dublar o porco Napoleão. Ele, aliás, está se especializando na dublagem dos grandes suínos do entretenimento. Não custa lembrar que ele fez o Pumba no live actions de Rei Leão.  Com tantos bons comediantes no seu elenco, o roteiro poderia cuidar um pouco melhor do humor do filme. As piadas são, via de regra, insossas. Parece que a mensagem foi mais bem cuidada do que a comédia. George Orwell, provavelmente, curtiria essa escolha.