Jake Gyllenhaal
☼ Born on19 janeiro 1980, in Los Angeles, California, USA
Biography: Jake Gyllenhaal was born on December 19, 1980 in Los Angeles, California as Jacob Benjamin Gyllenhaal, the son of producer/screenwriter Naomi Foner and director Stephen Gyllenhaal, and the younger brother of actress Maggie Gyllenhaal. He is of Ashkenazi Jewish (mother) and Swedish, English, and German (father) descent. He made his movie debut at 11 in A Vida, o Amor... e as Vacas (1991). From the late 1990s through the early 2000s, he starred in Céu de Outubro (1999) & Donnie Darko (2001), receiving an Independent Spirit Award Best Actor nomination for the latter. He followed up w/ roles in Bubble Boy (2001), É Agora ou Nunca (2002), Sonhos Desfeitos (2002) & O Dia Depois de Amanhã (2004). He made his theater debut in a revival of This Is Our Youth in London. The play was well-receive  (see all) d & played for 8 weeks on West End. He then starred in Máquina Zero (2005) & Proof - Entre o Génio e a Loucura (2005). However, it was his performance in O Segredo de Brokeback Mountain (2005) that won him critical acclaim. He won the BAFTA Award for Best Actor in a Supporting Role while also being nominated for the Outstanding Performance by a Male Actor in a Supporting Role SAG Award, the Best Supporting Actor-Motion Picture Satellite Award & the Best Supporting Actor Academy Award. Afterwards, he starred in Zodiac (2007), Entre Irmãos (2009), Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo (2010) & O Amor é o Melhor Remédio (2010). For O Amor é o Melhor Remédio (2010), he was nominated for the Best Actor-Motion Picture Musical or Comedy Golden Globe Award. In the 2010s, he starred in O Código Base (2011), Fim de Turno (2012), Raptadas (2013), Nightcrawler - Repórter na Noite (2014), Southpaw - Coração de Aço (2015) & Demolição (2015). For Nightcrawler - Repórter na Noite (2014), he was nominated for the Best Actor in a Motion Picture Drama Golden Globe, the Outstanding Performance by a Male Actor in a Leading Role SAG & the Best Actor in a Leading Role BAFTA Award. Leading Role BAFTA Award.


In the role of actor

A Noiva! (05/03/2026)

Eu sou um grande fã de Jesse Buckley. Comentei com o Rodrigo Fernandes um tempo atrás que ela parece ter aquela cara de quem guarda um segredo que pode arruinar sua vida, que eu acho maravilhosa. A atriz fatalmente vai ganhar seu Oscar este ano por Hamnet. Merecidíssimo, inclusive. Seu novo trabalho é A Noiva!, uma releitura de Frankenstein dirigida por Maggie Gyllenhaal (a Rachel do Batman do Christopher Nolan, mas do segundo Batman, não do primeiro, já que a Katie Holmes saiu entre um filme e outro), que já tinha outros trabalhos como diretora, inclusive no ótimo The Lost Daughter. Uma baguncinha O resultado é uma bagunça. Infelizmente, não aquela baguncinha gostosa, que deixa a gente com um sorriso confuso. O filme abraça muita coisa: tem máfia, romance, detetives, bastidores de Hollywood, revoluções feministas, musicais (tem uma cena inteira de musical, simplesmente aleatória), pornochanchada, ação, road movie, tiroteio. É coisa demais, e nada levando para lugar nenhum. Nada é devidamente explorado. Até Mary Shelley (a escritora de Frankenstein) aparece em determinado momento. Aliás, neste filme, Frankenstein é o monstro, não o médico. É claro que uma leitura mais apropriada da obra nos permite ver que o médico é o monstro e tal, mas a criação não se chama Frankenstein na história original. O roteiro mete um grandiosíssimo foda-se para esse fato e coloca Christian Bale como Frank, um monstro renascido, fã de cinema (eu adoraria ver o perfil do Letterboxd deste Frankenstein). O cientista, por sua vez, é interpretado por uma mulher, em outro gigantesco foda-se para as entrelinhas da obra de Mary Shelley, da amargura de um homem por não ser capaz de criar vida. Péssimo timing Essas comparações são outro fator que atrapalha muito o desempenho do filme. Com seu lançamento tão próximo da obra-prima que foi o Frankenstein de Guillermo del Toro, as decisões erradas deste filme parecem mais erradas ainda. Não que Christian Bale esteja ruim, ou que seu monstro esteja mal-caracterizado, mas em comparação com o filme disponível na Netflix, tudo parece pior. Isso é uma pena. Ao tentar abraçar muita coisa, o filme se perde e não faz nada realmente muito bem. Ele até tenta criar uma fantasia de carnaval própria de Noiva, baseada em uma maquiagem na cara e um véu; mas faz isso estreando duas semanas depois do Carnaval. Péssimo timing de novo.