Indhira Serrano
☼ Born on(day unknown) (month unknown) (year unknown)
Biography:
Indhira Serrano is a Colombian actress and producer. She began her career as a fashion model, which allowed her to obtain a close perspective on the influence advertising and media have in self-perception, particularly among young people. During the last 24 years, Indhira has established herself as one of the most important black actresses in Colombia and Latin America. Performing characters out of stereotypes, her breakthrough role was in the Venezuelan film Piel (1998) where she interpreted a well-educated dancer involved into an interracial relationship. She is well known for her performances on movies like Todos se van (2015) Paraiso Travel (2008) Retratos en un mar de mentiras (2007) y Love in the time of cholera (2007) and TV series as Azucar, Celia, El Clon, Flor Salvaje, Amor Sincero,
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Tres Milagros, Siempre bruja (Netflix) No fue mi culpa (Star+) She has also performed in several plays at National Theater of Colombia including La leyenda de Maria Barilla (musical), Duda and The Vagina Monologues. She has been nominates as best supporting actress to Premios India Catalina and Premios Macondo. In 2015, Indhira became a board member of Actores Sociedad Colombiana de Gestión for which she was elected as president from 2017-2019 In 2015, Indhira started Reconstruyendo Imaginarios; a campaign for personal self-acceptance and Recognition of Afro-Latina heritage and pride focused on respect for our differences. A passionate and accomplished speaker, Indhira is regularly invited to host discussion panels and to share her insights on TV, Radio and Social Media. She has spoken at Festival Siembra Negro Pacífico for Afro-Colombian Entrepreneurial women at Chocó, El Observatorio Distrital Anti-discriminación Racial de Cartagena, VII, XIX Salón del Autor Audiovisual de la Cinemateca del Caribe, XX jornada de Derecho Constitucional de la Universidad Externado, organized and participated in the dialog session "Los Afrodescendientes en los medios de comunicación" With Sarah Glover, NAJB 21st president, Universidad Pontificia Javeriana and Afro-Colombian artists; and FORO M 2020 organized by the Vicepresidencia de la República de Colombia, among other high-profile government and political events. In 2017 Latinegras Collective invite her to speak about Afro-Latin Experience in Latino Media at ASWAD 9th Biennal Conference (Association for the study of the Worldwide African Diaspora) at Sevilla, Spain.
In 2018 she co-wrote the essay "Call me Survivor" about her experience with Colorism, for the book "Pan African Spaces".
During Pandemic realized online conferences and dialog sessions for Universidad del Valle, Universidad de los Andes, Corporación Universitaria Rafael Nuñez, International Organization of Migration IOM, PAR Program young leaders and some private organizations and NGOs
In 2021, Indhira was Ambassador for USAID and ACDI VOCA Program of Alliances for Reconciliation (PAR) She is a founding member of Corporación Omenka, a Colombian association of Afro-Colombian actresses, producers and female directors. She traduced, co-produced and performed at the first Spanish version of the prize-winning Play by Lorraine Hansberry "A Raisin in the Sun" Indhira is also directing audio books and preparing for the 2022 launch of "Rosa la Crespa" her first Children's book.
In the role of actor
Rosario (29/08/2025)
Rosário, dirigido por Felipe Vargas e estrelado por Emeraude Toubia, é um filme que, à primeira vista, se apresenta como mais um exemplar do terror moderno nos moldes popularizados por James Wan em franquias como Invocação do Mal e Sobrenatural. O longa realmente abraça alguns desses elementos – a atmosfera carregada, os sustos cronometrados e a fotografia sombria, mas tenta se diferenciar ao inserir uma camada identitária que dialoga diretamente com a experiência latina. A protagonista Rosario é introduzida como uma mulher que renega suas origens, escondendo-se atrás de uma “máscara de mulher branca”. O figurino corporativo, o nome que evita pronunciar e o comportamento distante da cultura da própria família evidenciam uma personagem moldada para caber em um ideal americano. O elemento sobrenatural, entretanto, acaba funcionando como um catalisador para a sua reconciliação com o passado e com sua identidade latina. Nesse sentido, o terror aqui não é apenas sobre espíritos ou maldições, mas também sobre a dor de se negar a si mesmo. Apesar dessa premissa instigante, o filme tropeça em alguns pontos cruciais. O maior deles é a maneira incoerente como Rosario é escrita. Em diversos momentos, a personagem toma decisões que colocam sua vida em risco de forma tão gratuita que quebram a suspensão de descrença do espectador. A tentativa de construir uma figura destemida resulta em alguém que parece simplesmente irresponsável e imprudente. Isso enfraquece a conexão com o público e gera a sensação de que a trama só avança por escolhas artificiais do roteiro. Outro problema é a exigência excessiva de credulidade em relação ao espaço do apartamento. A narrativa sugere que uma senhora idosa teria transformado ambientes vastos em altares e locais de rituais, algo pouco convincente diante da realidade apresentada. Esse detalhe, somado à falta de clareza nas regras que regem a entidade e os rituais, cria uma série de furos que comprometem a consistência da história. Ainda assim, há méritos. A ambientação e a fotografia são bem competentes, criando o clima adequado de opressão e mistério. As atuações, embora não se destaquem a ponto de prêmios, cumprem bem o que os papéis pedem. Outro aspecto positivo está no modo como o filme lida com práticas religiosas latinas e de matrizes africanas. Apesar de inicialmente reproduzir estereótipos, Rosário consegue resignificar esses elementos ao longo da narrativa, transferindo a visão preconceituosa tanto para a protagonista (que tenta apagar suas raízes), quanto para o público. No fim, Rosário é um bom filme de terror, capaz de entreter e provocar reflexão, sobretudo por sua subtrama sobre identidade e ancestralidade. Porém, ao tentar se equilibrar entre a abordagem diferenciada das religiões fora do espectro cristão e a fórmula hollywoodiana já desgastada, o resultado acaba sendo um híbrido irregular: um terror genérico com temática latina, interessante em sua ideia, mas limitado em sua execução.