Glenn Close
☼ Born on19 janeiro 1947, in Greenwich, Connecticut, USA
Biography:
Eight time Academy Award-nominated actress Glenn Close was born and raised in Greenwich, Connecticut. She is the daughter of Elizabeth Mary H. "Bettine" (Moore) and William Taliaferro Close (William Close), a prominent doctor. Both of her parents were from upper-class families.
Glenn was a noted Broadway performer when she was cast in her award-winning role as Jenny Fields in O Estranho Mundo de Garp (1982) alongside Robin Williams. For this role, a breakthrough in film for Close, she later went on to receive an Academy Award Nomination for Best Supporting Actress. The following year she was cast in the hit comedy Os Amigos de Alex (1983) for which she received a second Oscar Nomination, once again for Supporting Actress in the role of Sarah Cooper. In her third film, Close portrayed Iris Gain
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es a former lover of baseball player Roy Hobbs portrayed by Robert Redford, in one of the greatest sports films of all time, Um Homem Fora de Série (1984). For a third time, Close was nominated for the Academy Award for Best Actress in a Supporting Role. Close went on to star in films like The Stone Boy (1984), Maxie e a Outra (1985) and O Fio do Suspeito (1985). In 1987 Close was cast in the box office hit Atracção Fatal (1987) for which she portrayed deranged stalker Alex Forrest alongside costars Michael Douglas and Anne Archer. For this role she was nominated for the Academy Award and Golden Globe for Best Actress. The following year Close starred in the Oscar Winning Drama Ligações Perigosas (1988) for which she portrayed one of the most classic roles of all time as Marquise Isabelle de Merteuil, starring alongside John Malkovich and Michelle Pfeiffer. For this role she was nominated once again for the Academy Award and BAFTA Film Award for Best Actress. Close was favorite to win the coveted statue but lost to Jodie Foster for Os Acusados (1988). Close had her claim to fame in the 1980s. Close starred on the hit Drama series Sem Escrúpulos (2007) for which she has won a Golden Globe Award and two Emmy Awards. In her career Close has been Oscar nominated eight times, won three Tonys, an Obie, three Emmys, two Golden Globes and a Screen Actors Guild Award.
In the role of actor
A revolução dos bichos (25/05/2026)
George Orwell é inesgotável. Ele não aparece apenas nos noticiários diários, nos rompantes dos políticos ou nas situações que a realidade insiste em copiar da sua literatura. Ele é uma fonte inesgotável para o audiovisual. Desde sempre. Em 2021, sua obra entrou em domínio público. O resultado foi uma enxurrada impressionante dos seus livros por infindáveis editoras. Não é uma reclamação, importante deixar claro. Prefiro 1984 aos cafés com Deus e etc, etc. E é claro que o cinema também iria se aproveitar dessa festa. Um dos primeiros resultados é a animação A revolução dos bichos, de Andy Serkis. Para quem leu o livro, está tudo lá. A revolta inicial dos bichos contra os humanos. A tomada de poder. A instauração do novo regime na fazenda. A liderança do Porco que vai ficando cada vez mais autoritária. É uma versão respeitosa com o material original. O que, provavelmente, não vai frustrar os fãs de Orwell. Então, qual a razão do “provavelmente” na frase acima? Simples. Para que o filme pudesse render os 96 minutos de projeção, foram feitos pequenos acréscimos. Para ser mais preciso, dois personagens chamados Mr Whymper, uma espécie de corretor ganancioso, mas divertido; e Frieda Pilkington, uma capitalista cruel, vividos por Steve Buscemi e Glenn Close respectivamente. O roteiro também trouxe uma certa modernidade high tech para a fazenda. Essas adições não chegam a comprometer o espírito de A revolução dos bichos. Por duas razões. Elas estão dentro do espírito Orwelliano da trama principal e, principalmente, não comprometem o desenvolvimento do arco principal. Do ponto de vista técnico, a animação está muito bonita e os atores excelentes. Seth Rogen nasceu pra dublar o porco Napoleão. Ele, aliás, está se especializando na dublagem dos grandes suínos do entretenimento. Não custa lembrar que ele fez o Pumba no live actions de Rei Leão. Com tantos bons comediantes no seu elenco, o roteiro poderia cuidar um pouco melhor do humor do filme. As piadas são, via de regra, insossas. Parece que a mensagem foi mais bem cuidada do que a comédia. George Orwell, provavelmente, curtiria essa escolha.
Super/Man: A história de Christopher Reeve (15/10/2024)
Não havia olhos secos na sessão para a imprensa de Super/Man, o documentário que conta a história de Christopher Reeve. O ator, imortalizado no papel de Superman, sofreu uma queda de cavalo que o deixou tetraplégico em maio de 1995. Isso todo mundo já sabe. O documentário é esperto o suficiente para saber que todo mundo já sabe, então ele não perde tempo para criar qualquer suspense sobre o acidente, que é apresentado logo de cara. A partir daí, dividindo a vida de Christopher em AC/DC (antes e depois do cavalo), ele vai e volta na vida do ator, contando simultaneamente sobre sua carreira e sua esperançosa luta de buscar normalidade em uma vida tetraplégica. Esse paralelo é apresentado com uma sensibilidade ímpar e é essa montagem que ocasionou numa forte desidratação ocular durante praticamente toda a exibição do filme. Emocionante da primeira cena aos créditos finais, Super/Man certamente está entre os Top 3 filmes que eu mais chorei na vida. O filme, afinal, não se limita a falar da inabalável esperança que Christopher Reeve sustentou durante todo o resto de sua vida. Seus personagens secundários têm seu destaque, em especial a absurda força da esposa Dana Reeve, que dividiu com o ator o pesado faro da deficiência. E, em outra participação emocionante, um grande destaque é dado ao Robin Williams, enfatizando não só o talento cômico que foi crucial na recuperação de Reeve, mas o caráter e humanidade do ator, grande amigo de Reeve desde antes da fama de ambos. Super/man honra o ator, sua luta e seu legado. É, não só um dos documentários mais emocionantes que eu já vi como também um dos melhores filmes do ano. Vale cada lágrima.