Elliot Page
☼ Born on21 janeiro 1987, in Halifax, Nova Scotia, Canada
Biography:
Elliot Page was born in Halifax, Nova Scotia to Martha Philpotts, a teacher, and Dennis Page, a graphic designer. Page wanted to start acting at an early age and attended the Neptune Theater School. He began his career at the age of 10 on the award-winning television series Pit Pony (1999), for which he received a Gemini nomination and a Young Artist Awards nomination. Later, Page appeared in Marion Bridge (2002), which won the award for Best Canadian First Feature at the Toronto International Film Festival. He won a Gemini Award for their role of Lilith in the first season of ReGenesis (2004), a one-hour drama for TMN/Movie Central, and for the cable feature, Mrs. Ashboro's Cat (2004), for Best Performance in a Children's or Youth Program or Series. In addition, Page appeared in the cult
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hit TV series Trailer Park Boys (2001).
As the lead in David Slade's Hard Candy (2005), which premiered at the Sundance Film Festival, Page garnered much praise for their tour de force performance as a 14-year-old who meets a 30-year-old photographer on the Internet and then looks to expose him as a pedophile. Films that followed included the title role of Bruce McDonald's Os Fragmentos de Tracey (2007); Um Crime Americano (2007), also starring Catherine Keener; and the third installation of the X-Men franchise, X-Men: O confronto final (2006), where Page played Kitty Pryde.
With his breakout role in Jason Reitman's hit comedy Juno (2007), about an offbeat teenager who finds herself unexpectedly pregnant, Page received Academy Award, BAFTA, Golden Globe and SAG Best Actress nominations, and won the Independent Spirit Award for their performance. He followed up that turn with the lead in Drew Barrymore's directorial debut, the roller-derby comedy-drama Sobre Rodas (2009), Christopher Nolan's psychological thriller A Origem (2010), the independent film Peacock (2010), and the dark comedy Super-Quê? (2010), opposite Rainn Wilson and Liv Tyler.
Page co-starred alongside Jesse Eisenberg, Alison Pill, Alec Baldwin, and Greta Gerwig in the Woody Allen ensemble comedy Para Roma com Amor (2012), and appeared in the thriller The East (2013), a story centered on a contract worker (played by Brit Marling) tasked with infiltrating an anarchist group, only to find herself falling for its leader (played by Alexander Skarsgård).
In the role of actor
Odisséia (29/07/2026)
A única forma de honrar uma obra tão importante quanto o épico do retorno de Odisseu à sua casa é através de superlativos. Nesse aspecto, Christopher Nolan é o cineasta perfeito para esse desafio. É um dos únicos que conseguiria o orçamento que a história exige — e um dos poucos que saberia usar esse dinheiro como ninguém. Alguém que compra um avião para atirar em um prédio só por diversão merece cada dólar que os estúdios descolam pra ele; e que ele costuma entregar de volta o investimento. Nolan odeia continuações, evita franquias, cria filmes difíceis que brincam com a ordem do tempo. Tudo o que os estúdios deveriam abominar, já que resulta em um produto de difícil venda para um mercado cinematográfico cada vez mais repetitivo. Dada essas condições, acaba sendo uma certa obrigação do fã de cinema de respeitar o diretor. Pode até não gostar de seus filmes, mas é obrigatório respeitá-lo. E, por isso, uma história desse porte exige um diretor desse nome. Homero pra que te quero É uma história de 700 a.C. Seria historicamente acurado que Maria tenha lido para Jesus como história de ninar, de tão velha. As primeiras críticas vinham nessa pegada, de uma falha de contexto histórico. As armaduras seriam mais romanas do que gregas, Telêmaco não poderia utilizar um reducionismo ortográfico como “dad“… Meras interpretações de uma história que sobrevive ao tempo. A única ressalva realmente válida ocorre em uma cena em que Odisseu comenta que a idade do bronze está acabando. Como assim? Como ele sabe? Uma história tão clássica e famosa que todos sabemos um pouco dela. A Guerra de Tróia, o cavalo deixado de presente pelos gregos com Aquiles dentro — nem Aquiles nem seu famoso calcanhar aparecem no filme (não que eu me lembre) —, Helena de Tróia, o herói amarrado ao mastro para ouvir o canto das sereias, o exílio na ilha de Calipso (Charlize Theron interpretando Joelma), o truque de Penélope de desmontar seu próprio trabalho, os deuses gregos. E o retorno a Ithaca, claro… Isso nos 20 anos que Odisseu ficou viajando, um pacote CVC do Mediterrâneo. Um homem que precisava urgente de um Google Maps. Filme do ano No final, não é melhor do que Devoradores de Estrelas, mas como a Sony não convida a gente para as cabines, a gente também vai desconsiderar eles nos nossos rankings. Então dá pra dizer que Odisséia é sim o filme do ano. Anne Hathaway está melhor que Sandra Hüller, e isso eu até afirmo independente do desdém da Sony. E sim, é filme para ser visto em IMAX. Com as salas lotadas, conseguir a sessão é a odisséia privada de cada cinéfilo.