Dominique Pinon
☼ Born on4 janeiro 1955, in Saumur, Maine-et-Loire, Pays de la Loire, France
Biography: Born in Saumur, France on March 4,1955, Dominique Pinon studied literature at the Faculty of Arts in Poitiers after which he moved to Paris and attended the Cours Simon School of Dramatic Arts. He made his first cinematic appearance in Arthur Joffé's 1980 short film La Découverte. A versatile and gifted actor, he has produced an impressive body of work in film, television and on stage. He is also an accomplished voice-over actor. With over 100 film and short credits, multiple roles in television and over 40 performances in stage theater (garnering him the Molière Award for Best Actor in 2004), he has acted alongside notables Maggie Smith, Sigourney Weaver, Winona Ryder, Audrey Tatou, Gaspard Ulliel and many others. Pinon has the ability to engage an audience and brings to all his roles a rel  (see all) atability that resonates across cultures and genres. Pinon's first feature film appearance was in Jean-Jacques Beineix's 1981 classic thriller Diva. He went on to work closely with director Jean-Pierre Jeunet, appearing in many of his films including Delicatessen (1991), Alien: Resurrection (1997) and Amélie, (2001). He has worked with many world-renowned directors. Pinon has played numerous roles on television in France and Europe. He appeared as the fan favorite "Master Raymond" in the internationally popular "Outlander" series (2016). In 2014 he was made an Officer in the Ordre des Arts et des Lettres, a title given to those who have made a significant contribution to the enrichment of the French cultural inheritance.


In the role of actor

Memórias de um Caracol (05/06/2025)

Eu conheci Adam Elliot em uma mostra de cinema, assisti “Mary e Max“. Foi amor instantâneo. Quando soube de “Memórias de um Caracol” eu tinha certeza que sentiria muito do que senti com “Mary e Max”, acontece que eu me enganei, eu senti um pouco mais. A animação em stop motion é a prova que existe muita paixão quando o assunto é fazer cinema. O roteiro, inclusive, faz essa menção, provando a dedicação pelo cinema e ouso dizer, pela vida. A vida, que aqui no mundo real é tão complexa, na animação se mostra agridoce. Algum acerto maior? Eu só tenho o que agradecer ao carisma de cada personagem que me conquistou, pois aqui me lembrei que a vida é sempre pra frente. Quando temos histórias boas para contar e escolhemos a forma mais sincera para contá-las temos esse filme como resultado. Talvez eu esteja excessivamente apaixonada, afinal o filme usa de recursos muito próximos aos usados em “Mary e Max”. Mas a arte existe para nos comunicar, nos ensinar, nos educar, nos entreter e nos emocionar; “Memórias de um Caracol” faz quase tudo isso, sem sair da concha, afinal, está tudo bem ficar confortável, desde que você lembre que há vida aqui fora, vidas que mudam diariamente. E aqui, no meio das cartas e memórias, esse filme me lembrou muito da minha própria jornada; cheia de passado, medo, choro, mas lotada de novas possibilidades.