Dave Franco
☼ Born on12 janeiro 1985, in Palo Alto, California, USA
Biography:
David John Franco was born in Palo Alto, California, to Betsy Franco, an author, and Douglas Eugene "Doug" Franco, who ran a Silicon Valley business. He has two older brothers, actors James Franco and Tom Franco. His father was of Portuguese and Swedish descent, and his mother is Jewish. Dave made his first television appearance at age 21, in 2006, in an episode of Sétimo Céu (1996). A string of high-profile TV work followed, interspersed with roles in some moderately successful movies, including Sempre que Te Vejo (2010) and Noite de Medo (2011), and he came to bigger prominence when he played Eric Molson in the hit movie version of the cult TV series Agentes Secundários (2012). He subsequently co-starred in the zombie romance Sangue Quente (2013) and the thriller Mestres da Ilusão (2013),
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and provided a voice role for O Filme Lego (2014). Some of his other films include Má Vizinhança (2014), Agentes Universitários (2014), and Negócios de Ocasião (2015).
In the role of actor
Cara de um, focinho do outro (03/03/2026)
É um fato já notório que a Pixar já perdeu a magia de outrora. A empresa foi responsável por uma gigantesca seqüência de sucessos, emplacando filmes que eram clássicos instantâneos, todos sendo adorados por crítica e público. Com isso, ela não só mudou a história da animação, como também do cinema. Essa época de ouro do estúdio já parece um passado distante, uma vez que faz tempo que a Pixar não acerta, principalmente quando analisado em contraste com a excelente época que a animação vem vivendo. Desde que a Sony revolucionou novamente o formato com Spiderverse, a empresa parece cada vez mais perdida, insistindo em um 3D lindo, porém pouco inspirado. O sucesso vêm de continuações, como o péssimo (na minha opinião) Divertidamente 2, que se inspira tanto no sucesso do primeiro que chega a repetir exatamente a mesma fórmula, apelando para um sentimentalismo barato e incoerente (se as doenças agora são personificadas como sentimentos, porque não trazer doenças mais interessantes, como a AIDS ou a dengue?) É nesse cenário, amargando medianos fracassos, que a Pixar lança Hoppers. Hoppers? Traduzido com o lamentável título Cara de um, focinho do outro, o filme chega com pouco alarde. O estúdio não esconde de ninguém que este ano ele está completamente focado na desnecessária continuação Toy Story 5, tanto que o lançamento se dá em uma época estranha — o intervalo entre o Carnaval e a Páscoa não soa como uma janela atrativa para filmes infantis. Sim, infantil: a Pixar, que sempre se preocupou com a idéia de fazer filmes voltados para adultos, com um mínimo elemento lúdico para encantar as crianças, dessa vez foca totalmente no público infantil. Desde a história, bobinha e previsível, até o visual, de caricatos animais falantes. Resultado Dito tudo isso, eu devo dizer que me diverti à beça com o filme. O humor engatou legal comigo, abraçando o pastelão. Mais de uma vez eu ri gostoso. O visual, bem menos preocupado em uma fidelidade da vida real, é gostoso e honesto. A qualidade técnica sempre indiscutível, mas sem uma presunção ou uma preocupação em exibir um 3D revolucionário. Cara de um, focinho do outro não é um clássico Pixar, evidentemente. Mas ele não se preocupa em sê-lo, e esta é a maior qualidade do filme. Despretensioso, ele é uma comédia infantil que vai agradar o público adulto na risada, não no choro. Pode soar pouco para um filme Pixar, mas pelo que a empresa andou entregando ultimamente, talvez uma aventurinha simples bem-feitinha é a confiança que o estúdio precisa para seguir em frente.
Truque de Mestre 3 (12/11/2025)
O verdadeiro truque de mágica executado no filme Truque de Mestre de 2013 foi entender como um produtor conseguiu juntar um elenco tão bom e produzir um filme tão ruim. E três anos depois, executar o mesmo truque. Contrariando de vez a máxima de que um mágico não executa o mesmo ato mais de uma vez, Truque de Mestre 3 chega aos cinemas, sem pretensão de parar por aí (tom de ameaça). No novo filme temos a volta de Isla Fisher. Para quem não lembra de uma das obras mais esquecíveis da cinematografia mundial, a atriz estava grávida durante a produção do segundo filme e, portanto, substituída lá por uma Lizzy Caplan (do Masters of Sex, excelente atriz), com uma nova personagem que era exatamente igual à persona de Fisher. Nunca um roteiro de um Truque de Mestre foi reescrito ou sequer revisado, não seria uma troca de personagem que faria os roteiristas terem esse trabalho todo. Além da volta do elenco original completo, tem ainda mais personagem: a trupe de mágicos é complementada por três novos elementos pertencentes à geração Z. É tanto personagem que o James Gunn mandaria um “pega leve, pessoal”. Com tanta gente, sobra diálogo expositivo. A primeira meia hora do filme é, no mínimo, sofrível. São personagens se encontrando, se apresentando, e contando sobre seu passado de forma resumida. O roteiro, infelizmente, não melhora em momento nenhum. Para não jogar fora completamente o filme todo, a direção do Ruben Fleischer (de Zombieland) é bem redondinha. As cenas de luta e de ação são fáceis de entender, mesmo com um dos personagens virando o gambit e materializando cartas do ar para atirar em inimigos. A franquia, apesar de ruim, tem seu bom punhado de fãs devotos. Assim, bastaria uma performance medíocre nos cinemas para garantir um quarto filme. Os produtores já estão contando com isso, metendo um final que deixa pontas abertas, incluindo para serem fechadas pelos novos e mais econômicos elementos da geração Z. Se o salário do Jesse Eisenberg ficar salgado demais, já dá para tirar ele do elenco e focar o filme nos novos personagens. Um truque manjado.
Juntos (06/08/2025)
Juntos é o mais novo filme de terror distribuído pela empresa americana NEON, também responsável por nos trazer filmes como Colossal (Anne Hathaway muda quando bebe), Pernas Longas (Nicolas Cage curte coelho no buraco), Imaculada (Sydney Sweeney prepara chá de bebê), Cuckoo (Hunter Schafer agride velhinha), e O Macaco (Theo James não divide brinquedo), entre outros. É a estréia do diretor Michael Shanks, um cara com alguns homônimos famosos. Segundo a Wikipedia, ele pode ser um arqueologista, jornalista ou político britânico, um ator canadence, ou mesmo um diretor de filmes australiano; ainda assim, seria muito mais legal se ele fosse na verdade o excêntrico carreteiro americano, mais conhecido como “Uncle Mover”. Em Juntos, Dave Franco e Alison Brie – casados na vida real – demonstram muito bem como fica o sexo depois de um longo tempo de relacionamento: as raras ocorrências são interrompidas por crianças, e posições diferentes dão muita dor nas costas. A premissa do filme é simples, mas bastante interessante e até filosófica: o quão juntos um casal precisa estar para chegar ao ponto de ser desconfortável? Ou pra não precisar pedir um prato pra duas pessoas no delivery? O toque sobrenatural e o horror corporal incomodam, mas não mais do que a situação prévia do casal. Se você está ou já esteve em um relacionamento sério, vai sentir empatia e talvez até medo dessa condição antes mesmo de chegar no horror físico posterior. O filme não é sensacional, mas é divertido. Com algum esforço para ignorar pequenas pontas soltas aqui e ali, dá pra curtir bastante o filme. As atuações são sólidas e os toques de humor são realmente engraçadinhos; muito embora eu acredito que dava facilmente para trocar o Dave Franco pelo Adam Sandler sem qualquer perda de representação do estereótipo de “vagabundo queridinho e desengonçado”. Você provavelmente vai gostar muito se curte jump scares. Mas provavelmente vai desgostar um pouco se curte cachorrinhos fofos. Eu tô ansioso pelo crossover com A Substância. Cozinheiro Convidado: Luiz Carlos Vieira