Annette Bening
☼ Born on29 janeiro 1958, in Topeka, Kansas, USA
Biography:
Annette Bening was born on May 29, 1958 in Topeka, Kansas, the youngest of four children. Her family moved to California when she was young, and she grew up there. She graduated from San Francisco State University and began her acting career with the American Conservatory Theatre in San Francisco, eventually moving to New York where she acted on the stage (including a Tony-award nomination in 1987 for her work in the Broadway play "Coastal Disturbances") and got her first film roles, in a few TV movies.
As is so often the case, her first big-screen role was in a forgettable movie, this one Férias em Família (1988), in which she had little screen time. However, her next work onscreen was in Miloš Forman's Valmont (1989), a film adaptation of Choderlos de Laclos' "Les Liaisons Dangereuse
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s". Unfortunately, de Laclos' story had also just served as the source of a more Hollywoodized and successful movie version, Ligações Perigosas (1988), which had been released the previous year, and Foreman's treatment went little noticed. Bening's career turned an important corner the following year when she co-starred with Anjelica Huston and John Cusack in Stephen Frears's powerful, entertaining screen adaptation of Jim Thompson's novel Anatomia do Golpe (1990), and her artful turn as a con artist gained her the first of several Academy award nominations. On the strength of this performance Warren Beatty cast Bening as Virginia Hill, Bugsy Siegel's fiery actress moll, in his Bugsy (1991), the story of Siegel's founding of Las Vegas. Although the movie itself did not fare well, it resulted in a relationship with Beatty which led to Bening's pregnancy and then her marriage to Beatty in 1992 - it was the second marriage for Bening, who had been separated from her first husband since 1986 but did not finalize her divorce until 1991. The couple then collaborated on the extravagant flop O Amor da Minha Vida (1994), though the next year her career rebounded with her turn as Queen Elizabeth in the highly-regarded 1995 production of Ricardo III (1995). Notable performances have since included an obsessive, pushy real estate agent in Beleza Americana (1999), and as the eponymous character in István Szabó's screen adaptation of the W. Somerset Maugham novel As Paixões de Júlia (2004) - both were duly noted by the Academy, with Oscar nominations.
Bening has great poise and screen presence and, at her best, can turn in a very strong performance. Although her resume often features long stretches of mediocre productions before the next good part turns up, when it does, it proves worth the wait. Bening has four children with Beatty.
In the role of actor
A Noiva! (05/03/2026)
Eu sou um grande fã de Jesse Buckley. Comentei com o Rodrigo Fernandes um tempo atrás que ela parece ter aquela cara de quem guarda um segredo que pode arruinar sua vida, que eu acho maravilhosa. A atriz fatalmente vai ganhar seu Oscar este ano por Hamnet. Merecidíssimo, inclusive. Seu novo trabalho é A Noiva!, uma releitura de Frankenstein dirigida por Maggie Gyllenhaal (a Rachel do Batman do Christopher Nolan, mas do segundo Batman, não do primeiro, já que a Katie Holmes saiu entre um filme e outro), que já tinha outros trabalhos como diretora, inclusive no ótimo The Lost Daughter. Uma baguncinha O resultado é uma bagunça. Infelizmente, não aquela baguncinha gostosa, que deixa a gente com um sorriso confuso. O filme abraça muita coisa: tem máfia, romance, detetives, bastidores de Hollywood, revoluções feministas, musicais (tem uma cena inteira de musical, simplesmente aleatória), pornochanchada, ação, road movie, tiroteio. É coisa demais, e nada levando para lugar nenhum. Nada é devidamente explorado. Até Mary Shelley (a escritora de Frankenstein) aparece em determinado momento. Aliás, neste filme, Frankenstein é o monstro, não o médico. É claro que uma leitura mais apropriada da obra nos permite ver que o médico é o monstro e tal, mas a criação não se chama Frankenstein na história original. O roteiro mete um grandiosíssimo foda-se para esse fato e coloca Christian Bale como Frank, um monstro renascido, fã de cinema (eu adoraria ver o perfil do Letterboxd deste Frankenstein). O cientista, por sua vez, é interpretado por uma mulher, em outro gigantesco foda-se para as entrelinhas da obra de Mary Shelley, da amargura de um homem por não ser capaz de criar vida. Péssimo timing Essas comparações são outro fator que atrapalha muito o desempenho do filme. Com seu lançamento tão próximo da obra-prima que foi o Frankenstein de Guillermo del Toro, as decisões erradas deste filme parecem mais erradas ainda. Não que Christian Bale esteja ruim, ou que seu monstro esteja mal-caracterizado, mas em comparação com o filme disponível na Netflix, tudo parece pior. Isso é uma pena. Ao tentar abraçar muita coisa, o filme se perde e não faz nada realmente muito bem. Ele até tenta criar uma fantasia de carnaval própria de Noiva, baseada em uma maquiagem na cara e um véu; mas faz isso estreando duas semanas depois do Carnaval. Péssimo timing de novo.
O cara da piscina (29/05/2024)
Numa era onde os cinemas são lotados de Chris (Pine, Pratt, Evans, Hemsworth), obter alguma relevância para o nome exige alguma diferenciação: seja colocar uma prótese nasal e sair pelo deserto em uma biga de motos, seja descolar um papel de dublador em toda animação que é lançada ou, como fez Chris Pine, criar sua própria versão de “O Grande Lebowski”, atuando e dirigindo no próprio filme. O filme tem toda a pegada do clássico dos irmãos Cohen de 1998, mas sem nem metade do charme. Ele tem o personagem bizarro, rodeado de amigos caricatos e que se mete em uma perigosa investigação quase sem querer. Ele tem barba, sujeira e um ator bom andando por aí de roupão. Ele tem a paródia ao cinema noir que varia entre o sutil e o escrachado. E não dá pra saber exatamente onde o filme se perde, porque ele falha em tudo um pouco: a edição é caótica, o roteiro é confuso e os diálogos são meio expositórios demais sem explicar nada (sei lá como). Tem referências demais a Chinatown (e óbvias demais), o que tira a sutileza da obra. Pine tem uma estréia fraca na direção; parece que ele só ambicionava tanto fazer esse filme porque ele queria se divertir horrores interpretando esse personagem – e ele aparentemente se divertiu mesmo. Mas no final é tudo meio boboca. Infelizmente, O cara da piscina acaba parecendo um baita potencial desperdiçado. E Chris Pine cai algumas posições no ranking de grandes Chris da atualidade.